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Pré-conferência de Cultura: Setorial de Arte Digital

Durante os dias 07, 08 e 09 de março de 2010 aconteceu a pré-conferência nacional de cultura e o encontro setorial de Arte Digital em Brasília. Fui eleito um dos delegados que representaram a área pelo estado de São Paulo. Foram muitos debates, propostas e o que se pode ver foi um eixo comum entre os participantes, delegados e interessados: o de que o digital é, de fato, um campo novo e precisa ser melhor analisado.

Um pouco da setorial:

Arte Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira

Com a aproximação da Conferência Nacional de Cultura, compartilho a nova versão do texto “Arte Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira” entregue ao Ministro da Cultura Juca Ferreira no mês de novembro de 2009.
Arte e Tecnologia Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira

Seminário sobre visualização: projeto Macro e Artecidade | Seminar about Macro project @ SWS (CALIT2/UCSD)

O projeto Macro e o projeto Artecidade foram objeto de um projeto piloto de visualização científica no CALIT2 da Universidade da Califórnia de San Diego (UCSD), no grupo de Software Studies coordenado por Lev Manovich. Os projetos são coordenados por Nelson Brissac e a visualização na Hiperwall foi realizada por mim. O vídeo mostra parcialmente a visualização de imagens em uma parede de telas de plasma (170) telas ao todo, que são visualizadas ao mesmo tempo. Cada imagem tem em torno de 200k, ou 800GB e foram visualizadas utilizando o sistema VIPS e NIPS.
This is part of a seminar about visualization at the Software Studies workshop that took place at CALIT2, UCSD from Dec 16th to the 17th. In the video I am demonstrating a project directed by Nelson Brissac and for which I have produced the visualization on an Hiperwall.
Veja as fotos / take a look at the pictures:

Assista ao vídeo, em baixa definição….ainda…take a look at the video…low res unfortunately…

and my presentation | e a minha apresentação

Arte Digital no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira

Acabei de ver os vídeos que o pessoal do Fórum subiu no site do culturadigital.br. Agora, em retrospecto, o evento foi muito mais do que a gente pode imaginar em termos de pensamento para o que virá e para o que já foi…saí de lá com saudades do termo “digital”, pois parece que a cultura já é toda, em todos os níveis, digital…ou seja, o digital já parece coisa de 2009….
aqui seguem alguns vídeos em que eu, Giselle e Pau falamos sobre arte digital…esse nome, como já disse, parece um pouco fora do tempo, out of joint, como já dizia Shakespeare e depois Derrida…mas era necessário para esse momento…
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Relatório final sobre Arte Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira | Final report for Digital Arts @ Brazilian Digital Culture Forum

Caros, gostaria de agradecer a todos que se dedicaram ao trabalho de ler, revisar, reler, corrigir, sugerir e debater o texto que agora se torna público para apreciação e sugestões para a área de arte digital. O relatório foi entregue ao Sr. Ministro da Cultura Juca Ferreira no dia 21 de dezembro de 2009 e é uma sugestão para a área realizada pelo Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma iniciativa do Ministério da Cultura e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que coordenaram esse trabalho único e desafiador de realizar políticas públicas para a área da cultura digital utilizando a própria infraestrutura digital. A curadoria de Arte Digital é realizada por mim e existem outros quatro eixos, cada um com seus curadores. Parabéns ao José Murilo Jr, do MinC, pela coragem e espírito desafiador, ao Rodrigo Savazoni, pela confiança e a todos os pesquisadores, artistas, professores, educadores etc etc que colaboraram para que esse documento fosse agora publicado. Foram várias reuniões presenciais sobre Arte Digital, em Belém, na UFPA, na Unicamp, no Mackenzie, em Juiz de Fora, na UFJF e na UFSCAR.
O documento é o que segue e se você tem qualquer dúvida ou sugestão, por favor faça um post para a gente melhorar cada vez mais…

Arte e Tecnologia Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira

Debate sobre Arte Digital no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira

Para quem não compareceu ao evento, aqui vai um pequeno registro da palestra sobre arte digital com Pau Alsina (IN3), André Vallias (poeta e escritor), Giselle Beiguelman (PUC-SP e desvirtual), Patrícia Canetti (CNPC/MinC e Canal Contemporâneo) e Laymert Garcia dos Santos (Unicamp), que contou com a minha mediação (meio atrapalhada…desculpem…).

Arte Digital no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira

O evento foi ótimo e o nível dos debates sobre Arte Digital excelentes. Para quem esteve por lá durante a plenária ou a mesa de arte digital, meus mais sinceros agradecimentos. As colaborações foram precisas e agora temos algo formalizado para iniciar a construção de um colegiado para o campo da Arte Digital junto ao Ministério da Cultura. É isso aí!

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Nomadismos tecnológicos em Buenos Aires

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Programa

19.10.09
I. Dispositivos sociales, culturales e ideológicos

16.45.
Apertura – Alejandrina D’Elía (Gerente Espacio Fundación Telefónica) y Renata Motta (Directora Instituto Sergio Motta)

17.00
Fundamentos del concepto de cultura móvil juvenil
Alejandro Artopoulos y Hernán Galperín
Investigadores y profesores, Universidad de San Andrés, Argentina.

Se presenta una investigación sobre uso de los dispositivos móviles de comunicación que hacen niños, adolescentes y jóvenes en el entorno urbano de Santiago de Chile. El objetivo es describir y analizar en profundidad maneras a través de las cuales habitantes jóvenes de la ciudad integran y le dan sentido al teléfono celular en sus actividades cotidianas y su relación con el desarrollo socioeconómico de este segmento de la población. Esta investigación parte del concepto de cultura juvenil móvil, presentado por Manuel Castells, que ubica un nuevo fenómeno de neocultura de la juventud situada en la estructura social que caracteriza nuestro tiempo: la sociedad en red. Este estudio permitió indagar, entonces, las características del fenómeno del uso joven de los celulares en un entorno urbano y, en particular, cómo se relaciona el crecimiento de esta cultura con el desarrollo socioeconómico.

17.30
La ubicuidad de la memoria digital
Andrea Di Castro
Artista, fundador director del Centro Multimedia de Ciudad de México.

Las tecnologías móviles crean una nueva forma de memoria: la memoria digital, que se renueva a cada instante, contiene información muy diversa, nos rodea en todo momento y en cualquier lugar, y es manipulable. La aproximación a estos conceptos es a través del desarrollo tecnológico de los dispositivos electrónicos portátiles que intervienen en nuestra vida cotidiana y de las posibilidades expresivas que ofrecen. La computadora contenida en el teléfono celular es un laboratorio de expresión, en donde diariamente podemos mezclar nuestros ingredientes preferidos para volverlos a transformar una y otra vez: textos, imágenes fijas y en movimiento, sonidos que crean un universo de posibilidades infinitas. Intervenciones en espacios públicos georreferenciadas, arte en la red, y la red como soporte de la obra, la interacción, la inmediatez y transportabilidad de ésta, la ausencia de soporte temporal o material, son algunos ejemplos de las tendencias expresivas contemporáneas que hacen uso de las tecnologías digitales nómadas.

18.00
Redes imaginadas
Wendy Chun
Investigadora y profesora, Brown University, Estados Unidos.

El hecho de que vivimos en una sociedad en red se ha tornado un lugar común. Desde las redes financieras de alta velocidad que debilitan la soberanía nacional hasta los sitios de redes sociales, como facebook.com, que transforman el significado de la palabra “amigo”; desde los blogs dedicados a las teorías conspirativas hasta los virus que amenazan con provocar una catástrofe global, las redes no solamente constituyen el contenido de la sociedad sino también, supuestamente, su estructura y su mensaje. Exagerando un poco, se podría decir que la respuesta a todas las preguntas con respecto a qué es actualmente lo nuevo en materia política, cultural o militar se reduce a: es la red. Pero ¿qué son las redes y en qué sentido importan? ¿En qué difieren unas de otras? ¿Cómo se las experimenta y se las negocia; qué sentimientos de paranoia, de autoafirmación y de inclusión/exclusión generan? ¿Cómo, en otras palabras, son imaginadas tecnológica y socialmente? Esta presentación aborda el tema de las “redes imaginadas” mediante el examen de una serie de fenómenos posibilitados por las tecnologías móviles: desde las protestas políticas en Corea del Sur hasta la piratería informática artística de los servidores de red; desde las flash mobs o reuniones relámpago en un lugar público en los Estados Unidos hasta el arte de los medios locativos. Asimismo, analiza las formas en las que estas tecnologías no “descorporizan” simplemente a sus usuarios, sino que también los “tocan”.

18.30
Estudios de software (software studies): fronteras, territorios, espacios y subjetividad en la cultura de la movilidad
Cicero Inacio da Silva investigador asociado del Center for Research in Computing and the Arts (CRCA)

En esta ponencia se reflexiona sobre las cuestiones relacionadas con la desterritorialización de los espacios formales de las fronteras físicas de la información, y se propone otra mirada sobre los medios móviles en relación con los artistas que crean obras basadas en Internet a partir de la utilización de esos futuros sistemas en su trabajo. El artículo también presenta un proyecto artístico, denominado Walkingtools, que permite la creación de sistemas de localización de datos a partir de la posición geográfica, a través de la información del GPS de teléfonos celulares.

19.00
La política de la turbulencia
Tim Cresswell
Profesor e investigador, Royal Holloway, University of London, Inglaterra.

Esta propuesta considera la importancia de la noción de turbulencia para la teorización de la movilidad. La turbulencia es el producto de la fricción entre diferentes tipos de flujo. Puede oponerse al flujo “laminar” suave, donde todo se mueve correctamente. Esta ponencia toma elementos de la física y la matemática para pensar en la turbulencia como un proceso que torna visibles los ordenamientos de los desplazamientos infraestructurales. Comenzará con un esbozo de elementos de la política de la movilidad, incluyendo la fuerza motriz, la velocidad, el ritmo, la dirección y la fricción. Sugerirá que cada una de estas necesidades sea considerada cuando se piensa en los modos en que las movilidades dividen a los grupos sociales y enfatizan modalidades de poder. Continuará con un bosquejo de la noción de “constelaciones de movilidad”: combinaciones históricamente específicas de velocidad, ritmo, etc., que existen en formas tradicionales, dominantes y emergentes. El tema de la turbulencia –movilidades incorrectas e impredecibles– será el centro de la última parte de la exposición, en la que se efectuará un análisis de las movilidades turbulentas en varias instancias diferentes, ilustrado con ejemplos que irán desde los vagabundos de la Europa medieval hasta el embarque de contenedores y la infraestructura de Internet. Compararé el funcionamiento fluido de las movilidades infraestructurales que supuestamente deben permanecer silenciosas e invisibles con los casos espectaculares y muy visibles de turbulencia, que ningún sistema puede llegar a predecir ni hacer desaparecer, lo cual proporciona un punto de acceso al ordenamiento de un mundo móvil.

20.10.09
II. Prácticas nómades y lenguajes del imaginario maquínico

16.45. Apertura

17.00
Móviles en movimiento. Cuerpo y territorio en la escena posmedia
Mariela Yeregui
Artista, directora de la maestría de Artes Electrónicas de la Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF), Argentina.

La proliferación y el desarrollo de interfaces electrónicas móviles plantean nuevas encrucijadas en la definición del cuerpo y en cómo éste se vincula con otros cuerpos en el entorno espacial. Interfaz y cuerpo emergen como una dualidad indisoluble, en permanente desplazamiento, delineando cartografías dinámicas y efímeras. El “territorio” se presenta así como una categoría en ebullición, un escenario mudable e incierto, en continua redefinición. Resulta cardinal abordar cómo estas dinámicas desplegadas por la relación “hombre-máquina móvil” articulan nuevas dimensiones territoriales.

17.30
Mapa incompleto de geografías celulares
Marcus Bastos
Curador, profesor de la Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), San Pablo, Brasil.

El comportamiento de las “células” es una buena metáfora, paradójicamente obvia y raramente utilizada, para describir cómo las redes contemporáneas funcionan de manera jerárquica y distribuida para tejer una malla difusa sobre la geografía constituida. Valiéndose de esta superposición aparentemente inusitada (geografía y citología), el objetivo de este artículo es discutir, a partir de trabajos de artistas que se destacan en el circuito de producción con medios portátiles con capacidad de conexión en red, algunas características recurrentes: el desarrollo de interfaces y sistemas críticos; el uso imprevisto de aparatos cotidianos; la superposición de espacios o lugares; el énfasis en formas de desplazamiento (tránsito, flujo, viaje, transmisión) como estrategia para subvertir su capacidad de localización intermitente. Son elementos que permiten elegir algunas características definitorias de su lenguaje, como la tendencia a lo fragmentario y a lo transitorio, la gestión generalmente colectiva, el flujo por sistemas distribuidos, la especialización y el recurso a la desagregación como forma de acceso a la tecnología.

18.00
Movilidad y memoria: hacia una taxonomía de la multiplicidad temporal
David McIntosh
Investigador, profesor del Ontario College of Art and Design, Toronto, Canadá.

Este trabajo se centra en cuestiones de movilidad e inmovilidad, y en los efectos del movimiento o el estancamiento en las percepciones y las distribuciones cambiantes del tiempo –especialmente la memoria y la historia– dentro de una gama de tecnologías de representación, desde la pintura hasta los teléfonos celulares. Ubicándose fuera del habitual interés exclusivo en la espacialidad al considerar los medios locativos móviles, la ponencia critica los conceptos utópicos del tiempo puro y propone una taxonomía de multiplicidades temporales experimentadas que se cruza con el desplazamiento espacial y los cambios de perspectiva que los medios móviles hacen posibles. Se examinan diversos modos de construcción del tiempo en las culturas de los pueblos originarios de las Américas, que han sido tradicionalmente inmovilizados por su exclusión de las comunicaciones tecnologizadas, pero que actualmente se están apropiando de los sistemas de comunicación digital y rediseñándolos para reivindicar la memoria y la historia.

18.30
Portátiles y lúdicos: juegos y arte público móviles
Martha Ladly
Artista, escritora, profesora adjunta, investigadora sénior de tecnologías móviles y presidenta del Comité de Ética del Ontario College of Art and Design, Toronto, Canadá.

Las obras de arte público móvil y los juegos nómades constituyen un fenómeno creciente, en la medida en que artistas y tecnólogos advierten el potencial de captar nuevos públicos en medios urbanos y remotos. Las obras de arte móvil y los públicos son ubicuos, lúdicos, posibles y están en todas partes; lo único que se necesita para participar es la presencia, la intención de investigar y un aparato móvil, generalmente un teléfono celular o un PDA. El móvil actúa como interfaz de la obra de arte, la performance o la oportunidad de juego, ubicado en una comunidad o ambiente específicos. De este modo, las tecnologías móviles se conectan con personas y jugadores en edificios y escenarios urbanos, en parques públicos y espacios abandonados. Los jugadores también pueden participar desde lugares remotos, senderos o aun en las montañas. Las obras de arte público y los juegos móviles plantean problemas inminentes con respecto a la información compartida y la propiedad intelectual tanto para los autores móviles como para los proveedores de servicios móviles y los participantes nómades. Las cuestiones relacionadas con el uso y la ubicuidad de los dispositivos móviles en el espacio público recién se están empezando a encarar. Los marcos que alientan las experiencias móviles mediante el intercambio artístico en colaboración ofrecen a los artistas y a sus públicos nuevas oportunidades de desarrollar conversaciones emergentes en el complejo y vibrante campo del arte público móvil y los juegos nómades.

19.00
Arte aéreo / arte móvil
Nelson Brissac Peixoto
Coordinador y curador del proyecto arte/cidade, profesor del posgrado en tecnologías de la inteligencia y diseño digital (PUC-SP)

Arte móvil y medios locativos presuponen, aunque sólo implícitamente, una visión aérea. Una aprehensión desde lo alto, que se pretende abarcadora, en contraste con la percepción local, que se realiza mediante el tránsito entre las cosas. ¿Cómo se articulan, en el ámbito del arte contemporáneo, esas dos operaciones perceptivas, esas dos modalidades de mapeo?
Las perspectivas aéreas -el Google Earth- redefinirían la cultura visual, con su ambición de una retórica universal, la ilusión del acceso absoluto al mundo. El relevamiento por satélite se transformó en un instrumento de administración corporativa del territorio. Las dinámicas sociales complejas escapan a la experiencia individual. El dominio de la gran escala se tornó una cuestión -cognitiva, estética, política- decisiva.
¿En qué medida las tecnologías de la movilidad y los nuevos modos de percepción en desplazamiento alteran ese cuadro? ¿Cómo la visión en movimiento ha habilitado a los individuos para la aprehensión de procesos en gran escala? Un análisis de la relación entre arte aéreo y nomadismo, desde Robert Smithson hasta los artistas contemporáneos.

19.30
El lugar genérico
Lucas Bambozzi
Curador, artista, máster del Planetary College, Bristol, Inglaterra.

En la medida en que las tecnologías móviles ganan respaldo y se legitiman a través de la popularización de su uso y aplicación, vemos el surgimiento, tal vez tímido aún, de obras que manejan grandes escalas y magnitudes (los parques, las ciudades, los espacios públicos de circulación), al mismo tiempo que se presentan como intervenciones casi invisibles en el espacio físico. ¿Qué consistencia podemos esperar para ese “arte locativo”, generalmente asociado con servicios comerciales, y de vínculos débiles con vertientes anteriores del arte contemporáneo? ¿Qué tipo de obras surgirán todavía en esos nuevos y movedizos “lugares” que toman forma en el mundo?

20.00
Mesa redonda con los participantes. Modera: Giselle Beiguelman

21.00
Cierre

http://www.espacioft.org.ar/ExtensionSeminariosPrograma07-09.asp